Será
Aventura part. 08
A situação em que Everton, Lucas e Jessie se encontravam não era
muito boa, o demônio que estava ali não parecia muito contente, e que queria
matar alguém.
- O que você quer aqui? (Everton)
- Eu quero exterminar os rebeldes! (Demônio)
Naquele momento Everton começou a soar frio, e quando o inimigo
ergueu a lâmina para golpear Everton, Lucas salta para atacar o demônio,
enquanto Jessie tenta imobilizar o inimigo, Everton saca seu rifle e se prontifica
para atirar sem dó nem piedade.
Lucas (já transformado) começa com um sequência de socos de
direita no inimigo, conseguindo fazer com que ele saía de sua casa, Jessie e
Everton saíram juntos para poder ajudar o amigo, o demônio saca acerta um golpe
de espada em Lucas que o faz fraquejar, Everton não esperou mais tempo, e abriu
fogo contra o demônio, que ao ver sentir os tiros correu pra cima de Everton,
Jessie usou seus poderes erguendo uma lata de lixo e jogando no demônio, que o
fez cambalear, e aproveitando a oportunidade Lucas deu-lhe mais uma sequência
de socos e ponta pés, Everton abriu fogo contra o inimigo e Jessie ergueu-o do
chão e o lançou contra a parede.
- Vocês acham que vão me parar com esses ataques fracos? (Demônio)
E enquanto o demônio terminava sua fala o momento foi tomado por
um forte estrondo, e quando Everton, Lucas e Jessie olharam para a direção do barulho
viram uma pessoa muito alta, musculosa - Não, mas eu posso parar você, e não vou
economizar esforços para isso – e essa pessoa correu de encontro ao demônio
dando uma sequência de socos que pelos cálculos de Everton dariam para serem
ouvido do outro lado da cidade. A batalha começou entre os dois e cada golpe
era como se uma pequena bomba explodisse perto deles, o demônio acerta um golpe
de espada no inimigo que balançando a cabeça insinuou que aquele golpe não
daria para coçar, e em segui pegou-o pelo pescoço e jogou-o ao chão, fazendo
com que ele ficasse imóvel novamente, e ajoelhando-se em cima do demônio o
outro personagem começou a dar-lhe socos que começaram a afundar lugar onde
estavam, e cada soco era como se eles estivessem cada vez mais profundos.
- Por favor, pare com isso, senão você vai matá-lo ou até mesmo
chamar a atenção de mais deles! (Jessie)
Ele parou de socar o demônio, levantou-se e saltou em direção a
Lucas, Jessie e Everton.
- Vamos sair daqui, não é mais seguro ficar por aqui.
- Mas pra onde vamos? E qual o seu nome? (Everton)
- Vamos para minha casa, e meu nome é Muralha.
- Só isso, quer dizer que sua mãe te batizou de “Muralha”?
(Everton)
- Quando chegarmos à minha casa eu direi tudo que vocês precisam
saber, mas agora é perigoso. (Muralha)
- Mas nós estamos de carro, venha conosco. (Everton)
- Entrem nele e eu levo vocês até lá. (Muralha)
- Nós sabemos que você é muito fortinho, mas estamos falando de um
jipe militar, e de mais três pessoas dentro dele, fora algumas armas e
equipamentos que tem nele. (Lucas)
- Me diga uma coisa, eu estou com cara de quem está brincando?!
(Muralha)
- Então, vamos todos para dentro do carro. (Falou os três em um
uníssono)
Depois que todos entraram no jipe, Muralha mandou que eles
apertassem os sintos de segurança, depois de feito isso ele abaixou-se por um
instante, e depois ergueu o jipe, saltando para longe, Lucas ficou bastante
preocupado achando que o carro iria quebrar, Everton travou as armas para não
dispararem com qualquer impacto e Jessie começou a orar baixinho para que tudo
ocorresse bem. Depois de muitos saltos eles começaram a sair da cidade e
começaram a entrar numa espécie de zona rural, eles continuaram saltando, e
passaram por um enorme rio, passaram por fazendas, e sítios, e quando chegar à
um monte muito alto, Muralha saltou mais uma vez para chegar ao topo, e
chegando lá ele desceu o jipe, e pediu para que os três descessem do automóvel
e o seguissem, eles ficaram com um pouco de medo, mas desceram.
- Me acompanhem. (Muralha)
- Mas onde você está nos levando? (Everton)
- Estou levando vocês para a colônia. (Muralha)
- E o que é a colônia? (Jessie)
- Vocês vão ver quando chegarem lá, mas agora vamos e não olhem
para trás. (Muralha)
E eles andaram até a entrada de uma caverna, onde havia muitos
crânios de seres humanos – não precisa temer, isso é apenas para espantar
intrusos ou curiosos – mas parece até que os convidados estavam ficando
assustados com aquela recepção, mas continuaram o caminho. Após alguns minutos
de caminhada eles começam a ver uma luz no fim do túnel – mas como isso é comum
– falou Lucas – mas o que você vai ver lá não é comum – falou Muralha. Quando
eles chegaram no lugar de onde vinha a luz, eles ficaram boque abertos, pois se
depararam com uma multidão de pessoas acuadas e escondidas.
- O que é isso tudo? (Lucas)
- “Isso” é minha família, e será a de você daqui por diante.
(Muralha)
- Mas nós temos uma missão importante e não podemos nos ocupar com
família neste momento. (Everton)
- Cale a boca e venham comigo, pois tem uma pessoa que quer vê-los.
(Muralha)
E eles ficaram calados, mas eles seguiram o grandalhão, no meio do
caminho eles viram diversos tipos de poderes diferentes, e de pessoas que
cuidavam deles. Após alguns minutos eles chegaram a uma porta grande de madeira,
que mais parecia com uma porta medieval.
- É aqui. (Muralha)
- O quê que é aqui? (Lucas)
- Aqui é onde eu fico e vocês entram, e espero que vocês não façam
besteira, pois se fizerem eu vou fazer com vocês o mesmo que fiz com aquele
demônio, e não será o sue gritinho que vai me fazer parar. (Muralha)
Naquele exato momento todos sentiram um calafrio em toda a
espinha, mas tranqüilizaram-se e entraram na sala. Quando eles entraram na sala
eles viram uma pessoa sentada numa cadeira de pedra que mais parecia com um
trono de rei, a pessoa estava ligada a vários instrumentos médicos, havia
instrumentos que marcavam seus batimentos cardíacos, outro que fazia com que
ele respirasse. A aparência daquela pessoa não era de uma pessoa que teria uma
vida longa.
- Venham mais perto. (Falou a pessoa com uma voz rouca e fraca)
E eles se aproximaram.
- Vocês não estão me reconhecendo?
- Não. (Jessie)
- Vou levantar-me.
E ele pôs as mãos sobre os apoios da cadeira e fazendo enorme
força conseguiu levantar-se, e no momento em que ele ergueu o rosto, Jessie
começou a chorar, e abraçou Lucas que também estava sem ação, enquanto que
Everton com os olhos cheios de lágrimas começou a andar de encontro a pessoa.
- Você? Mas como pode ser você? Eu não acredito nisto! (Everton)
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